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A análise do fluxo de caixa permite traçar estratégias para o crescimento da empresa ou reverter as situações negativas.

13.10.2016

 

 

 

Muitas vezes a sobra de recursos significa um sinal de desorganização do caixa, consequência da má negociação de prazos com fornecedores ou baixos estoques. Sem esta análise prévia, a empresa está em risco. Por isso, é preciso sempre verificar se os estoques estão adequados. Se estiver abaixo do esperado, é fundamental regularizar a situação.

 

    Caso os estoques estejam adequados e ainda assim os recursos estiverem sobrando no caixa, pode-se pensar em negociar com fornecedores para conseguir bons descontos e abastecer a empresa. Há ainda algumas alternativas, como aplicações financeiras e até mesmo reserva de capital de giro. Dinheiro parado em caixa, que não rende juros e nem lucro, deve ser devidamente aplicado.

 

     Saldos negativos também devem ser analisados. A primeira providência é descobrir as causas: atraso nos recebimentos, alta taxa de inadimplência, queda repentina nas vendas, atraso nos recebimentos dos clientes etc. Este problema também ocorre se as diferenças entre os prazos de recebimentos e pagamentos forem altos e a empresa não se planejar, com a organização do capital de giro.

 

     Se a empresa vender muito mais em um mês do que em outro, sem se organizar, poderão ocorrer falhas no fluxo – já que os pagamentos podem ocorrer antes dos recebimentos relativos às vendas. Por isso, é necessário ter uma reserva de capital de giro. Por outro lado, as faltas no caixa devem ser avaliadas para saber se não estão a ocorrer em razão das vendas estarem abaixo do ponto de equilíbrio.

 

     A partir das possíveis causas para os saldos negativos, devem-se definir as estratégias. Entre elas, antecipação das vendas, recebimentos de títulos a vencer, prorrogação de pagamentos, análise dos estoques, da estrutura dos custos e das despesas fixas.

 

     Empréstimos bancários, dos sócios e descontos de duplicatas também são alternativas viáveis. Porém, é importante reforçar que estes não devem ser o primeiro recurso. Mesmo se forem utilizados, devem ser previamente analisados. Os pagamentos devem ser anotados e as amortizações devem ser previstas no fluxo de caixa. Além disso, é fundamental ficar atento à cobrança de juros, para não acarretar problemas sérios de endividamento, ao invés da reversão dos saldos negativos."

 

     Como podemos ver no texto acima feito pelo Sebrae, um controle e análise do Fluxo de Caixa é essencial e é trabalhado com as informações de outras diversas áreas como o Estoque. Uma das melhores ferramentas para facilitar nesse controle é um ERP. O ERP fornece os dados integrados através de suas rotinas e relatórios,  otimizando o tempo gasto nesta tarefa e facilitando a análise do seu Fluxo de Caixa.

 

Esteja sempre preparado e informado sobre sua empresa. Entre em contato e conheça mais das nossas soluções!

 

Link Sebrae: http://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/artigos/para-ter-uma-empresa-saudavel-e-preciso-controlar-o-fluxo-de-caixa,e27a5415e6433410VgnVCM1000003b74010aRCRD

 

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