Será que seu Software de Gestão e ERP é Bom ?

 

Veja uma avaliação que você deve saber sobre seu software, se é realmente necessário trocá-lo ou não.

 

Sete coisas que você precisa saber para avaliar a qualidade do software da sua empresa e os serviços que o desenvolvedor lhe oferece.

 

Você conseguiu fechar um grande número de negócios no ano passado e está feliz da vida com os resultados que alcançou.  Afinal, é isso o que conta, em última instância, na arena empresarial.  Na hora de verificar o lucro da sua empresa, porém, você percebe que o esforço não se transformou em dinheiro no caixa.

Então você chama um Consultor ou um Auditor.  Olha daqui, checa dali e a explicação aparece num passe de mágica: o valor que a sua empresa gastou sem que você percebesse foi tão elevado quanto o preço daquele carrão importado de último tipo que você gostaria de comprar.  Oops! Cadê aquele maldito software de gestão empresarial ? Ele não deveria ter um fluxo de caixa ? Um controle por Centro de Resultado ? Orçamentos Financeiros ? Etc., etc. etc. ?

É, deveria, mas nem sempre ele cumpre o seu papel. Nem todos os softwares que se dizem de gestão no fundo têm condições de entender a sua empresa, interpretá-la corretamente e nem sempre os consultores técnicos de informática sabem orientar sobre o melhor caminho a seguir.  Nem todos têm noção do que é uma administração por centro de resultado, um orçamento financeiro, uma meta de vendas, um custo de produção e estoque.

Com base em alguns cases de empresas que passam por esta situação, elaboramos uma lista com os principais quesitos que você deve considerar para avaliar o trabalho de seu software e da empresa que o mantém.  São eles:

1. Ajuda no resultado ?  

O software deve ser avaliado principalmente pela contribuição que dá aos processos operacionais da empresa, rapidez e qualidade e até quanto ao resultado financeiro. Se o software que você contratou lhe oferecer constantemente análises e soluções para e da sua empresa, que envolvam controle de custos, impostos, centro de resultados, posições financeiras e de vendas, acompanham os processos produtivos, então é provável que você esteja bem assessorado.

2. Tem perfil gerencial ?

Hoje, o bom software de gestão e ERP não responde apenas pelas tarefas operacionais.  Ele deve ir além disso, processando a mesma informação para que seja compreendida de diversas formas, de diversos pontos de vista.  Não basta ser apenas um sistema integrado (que ao incluir uma NF já baixa o estoque e cadastra o contas a receber).  Precisa também agrupar os resultados por áreas, dinamizar fluxos de caixas, executar posições financeiras globais, comparar metas, enfim, precisa disponibilizar informações de forma gerencial.

A relação entre você e a empresa que desenvolve o software deve ser de extrema confiança, porque o consultor técnico é o profissional que terá informações confidenciais e estratégicas da empresa para poder lhe disponibilizar estes resultados.

3. É ágil ?

É condição indispensável que o software seja ágil. Ou adianta alguma coisa você saber que sua área comercial (por exemplo) vai gastar mais do que o previsto, depois que já gastou ?

Mas só isso não basta. O software deve ter condições também de entender e interpretar a legislação e as atividades da sua empresa.  O consultor técnico deve ter condições de orientá-lo sobre os melhores caminhos a serem buscados. Tudo isso de forma rápida e eficaz. Caso contrário, o software vai ficar tão desatualizado que o melhor lugar para ele será na lixeira do Windows.

4. É atualizado ?

É fato que todo software precisa estar constantemente se reciclando sobre leis, medidas provisórias, toda sorte de obrigações fiscais e tributárias que impactam o mundo corporativo, as novas tecnologias, plataformas de sistemas operacionais, comunicação rápida, internet, e uma visão bastante próxima do que acontece no mercado. Assim, poderá prever problemas futuros ou potenciais e ajudá-lo a resolvê-los.

5. Oferece soluções ?

Ainda não é tão comum, mas as empresas devem contar com seus parceiros de sistemas para que lhes ofereçam serviços de personalização.  O software, por mais abrangente que possa ser, precisa ter condições de ser personalizado para atender aquelas coisas específicas da sua empresa que lhes são tão úteis e até mesmo vitais.   E deve ser de implementação rápida e com custos adequados.

6. Faz Contrato ?
 
Parece óbvio, mas nem toda softhouse se preocupa em fazer um contrato de licenciamento e prestação de serviços, apesar de ser uma prática recomendada pelo Código de Defesa do Consumidor. O contrato estabelece os direitos e os deveres de ambas as partes e é um poderoso instrumento jurídico.   O contrato deve possuir ainda as garantias de que o software e serviços estarão disponíveis e sempre atualizados, além é claro de incluir uma cláusula que preveja rescisão, caso você não fique satisfeito com os serviços prestados.

7. Tem registro ?

Outro item que parece óbvio, mas que pode acabar por lhe dar uma dor de cabeça imprevista.   O seu software é registrado no INPI ?  É registrado junto as receitas estaduais ?

Entre outros fatores, lembre-se que você não poderá fazer talonário de NF se o software que sua empresa usa não estiver devidamente registrado.